Há 9 anos...
Era eu uma princesa... o Joaquim um princípe e a nossa vida um castelo!
Uma vida cheia de sonhos... um castelo imenso de amor e força para lutar e seguir em frente. Juntos, de mão dada... iríamos enfrentar os dragões do caminho!
Neste dia estava sol...
Fui arranjar o cabelo, vesti o vestido lindo feito para ele...
Estava nervosa... e comovida!
Quando entrei naquela sala senti magia... senti que passava em cima das nuvens...
O Principe pegou-me na mão e o mundo parou... assim como nos filmes... em que tudo à volta para e só aqueles dois seres apaixonados interessam!
Senti-me muito especial, bela... agora era a minha vez de fazer aquele homem feliz, ele merecia! E eu queria também ser feliz com ele.
Tínhamos tanto pela frente... tanto... jamais me passaria pela cabeça que tudo pudesse acabar assim...
Acho que nunca passa pela cabeça de ninguém...
Só gostava de perceber quando passa esta vontade de o ver e ouvir outra vez... quando diminui a saudade imensa de o abraçar e sentir os seus abraços. Gostava que alguém me conseguisse explicar porquê e como... como é que se faz para continuar a aguentar! Quando achamos que já não temos forças, como se faz?! E se essas forças um dia acabam? E se de repente a loucura de um desespero nos atira pra lá do abismo?! Como é que se faz...?
Há 9 anos disse um "Sim, até que a morte nos separe" e afinal separou-nos mesmo... achava que isto era uma coisa que se dizia por dizer mas que nunca acontecia! E aconteceu mesmo! Foi até que a morte nos separou!
Separados sim... por uma imensidão. Mas juntos... sempre... em Amor, Paz, juntos pelos nossos filhos que crescem a cada dia e em cada minuto sentem esse amor.
É uma dor que não tem fim nem tem forma de explicar... é aprender a ser assim... a carregar este vazio tão pesado!
Obrigada meu amor por me teres feito a princesa mais bela da história!
Tua eu
... cheia de momentos bons para recordar! (INACTIVO ... ÚLTIMO POST A 2 DE JANEIRO DE 2015)
segunda-feira, 13 de maio de 2013
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Lisboa... menina e moça tão linda
Raramente ando a pé em Lisboa...
Há anos que deixei de andar em Lisboa e muito menos a pé...
Viver em Lisboa não vivo desde 2003... portanto há 10 anos... e desde aí que vou a Lisboa e volto... de carro... estaciono o mais perto possivel do sitio onde vou e se tiver parque melhor ainda... quando muito, em dias de alguma confusão aventuro-me a deixar o carro nas Amoreiras por exemplo e vou de táxi...
Andar a pé pelas maravilhosas ruas de Lisboa é coisa que não faço no meu dia-a-dia. Se eu morasse em Lisboa era o que faria com toda a certeza, andar a pé, de transportes... de metro (uma das melhores invenções do homem) ...
Ontem andei a pé em Lisboa.
Estacionei na Rua Castilho, desci a Av. da Liberdade onde me encontrei com um amigo com quem combinei jantar e que me levou a um restaurante daqueles hiper típicos situado numa ruazinha que nem me lembro do nome, por ali algures! Jantei maravilhosamente bem... umas lulas grelhadas. A seguir bebi um chá.
De regresso ao carro, conversando e admirando aquelas montras de lojas tão caras onde nem sequer nunca entrei... estava muito frio... aquele vento que me fez lembrar Budapeste... senti o frio daquelas ruas onde tanto andámos a pé... Havia "sem abrigo" deitados nas entradas daqueles prédios entre as lojas caras... ao lado de uma montra da Lowe estava um homem, embrulhado em mantas sujas, com uma garrafa de vinho vazia ao lado... e isto é triste, muito triste. Apetecia-me poder falar com ele e perguntar-lhe como é que chegou aquela situação. Apetecia-me tentar perceber e ajudar... mas como? Não é simplesmente assim, por muito que o nosso coração se encha de compaixão por aqueles "desgraçados", por aquelas pessoas que nada têm apenas um vício e um chão para dormir...
Quem terá sido aquele homem na vida? Será que sempre viveu na rua? Imagino sempre que terão tido vidas normais e por razões várias caíram em desgraça... ou no vício, ou apenas numa pobreza profunda, se calhar ficou doente, não tem ninguém... se calhar é inofensivo e até podia trabalhar se lhe dessem uma oportunidade. Ou não... não é nada disto... quem sabe... eu não perguntei, não sei!
(...)
Foi bom, é bom apreciar Lisboa... cidade linda e cheia de encantos escondidos...
Mas também cheia de desencantos destes chamados mendigos ou "sem abrigo", tenho tanta pena.
Lisboa é maravilhosa.
Gosto de Lisboa.
Boa noite
Até amanhã
Bj
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Lágrimas de dor
São lágrimas de dor
Sorrisos perdidos...
São imagens que quero esquecer e outras que não posso perder,
para sobreviver!
Choro o sangue do horror
E vejo o quanto passou sem ir e ficou
O quanto não partiu e ainda aqui está...
Sem sofrer, mas ficou
Foi ficando... como a dor!
O tempo... vai passando...
A dor, ficando...
Lágrimas que caem sem parar...
Nesta saudade imensa sem nome... sem fim...
É um tormento que quase não se vê mas apenas se sente
E como? Como foi isto acontecer?
Nunca, jamais, irei entender!
É a dor que sufoca,
São as lágrimas que caem...
Porquê meu Deus? Porquê?
Se palavras houvessem para descrever,
Se sinais existissem mesmo que sem saber...
Numa lágrima cada grito... cada beijo
Num sorriso cada alegria,
Lembrar mais não podia
Em cada minuto, segundo do meu ser... em cada instante do acordar ou dormir
Mais não podia...
São lágrimas perdidas numa saudade sem tamanho
Nunca, nunca vou entender!
Sorrisos perdidos...
São imagens que quero esquecer e outras que não posso perder,
para sobreviver!
Choro o sangue do horror
E vejo o quanto passou sem ir e ficou
O quanto não partiu e ainda aqui está...
Sem sofrer, mas ficou
Foi ficando... como a dor!
O tempo... vai passando...
A dor, ficando...
Lágrimas que caem sem parar...
Nesta saudade imensa sem nome... sem fim...
É um tormento que quase não se vê mas apenas se sente
E como? Como foi isto acontecer?
Nunca, jamais, irei entender!
É a dor que sufoca,
São as lágrimas que caem...
Porquê meu Deus? Porquê?
Se palavras houvessem para descrever,
Se sinais existissem mesmo que sem saber...
Numa lágrima cada grito... cada beijo
Num sorriso cada alegria,
Lembrar mais não podia
Em cada minuto, segundo do meu ser... em cada instante do acordar ou dormir
Mais não podia...
São lágrimas perdidas numa saudade sem tamanho
Nunca, nunca vou entender!
Subscrever:
Mensagens (Atom)